Bolinhas brancas e bolinhas pretas: O poder da recompensa

Pensando em um novo conteúdo para o nosso Blog, me lembrei de uma história sobre motivação que até hoje me impacta e me faz ter uma convicção sobre o poder da recompensa.

Então vou te contar como conheci a história das bolinhas brancas e bolinhas pretas.

Em meados de 2006 eu estava em São Paulo, tinha ido fechar uma parceria com um grupo empresarial de Presidente Prudente, o produto era uma inovação tecnológica para a área de educação.

O presidente do grupo, Celso Tatizana, me contou como ele abriu sua primeira empresa de consultoria em informática, tendo como funcionários um bocado de adolescentes que trabalhavam “voluntáriamente”. Na realidade todos tinham uma meta em suas cabeças: ganhar bolinhas brancas e nunca bolinhas pretas.

Esse trabalho voluntário representava um grande ganho para todos aqueles adolescentes, pois o valor de seus salários não era monetário mais de conhecimento.

Celso na minha opinião, é um gênio da tecnologia educacional e criou sozinho um software que tem mudado e motivado de forma extraordinária alunos de diversas escolas de São Paulo e outras cidades brasileiras.

O que ele oferecia aos seus colaboradores era: Seus ensinamentos em computação e programação e um ambiente de trabalho descontraído, onde até mesmo jogar bola era permitido. Porém, todos as tarefas eram realizadas perfeitamente e suas metas atingidas com folga, chegando a me relatar que muitas vezes passavam a noite trabalhando e tudo isso sem manifestar nenhuma insatisfação, pois almejavam o prêmio mais desejado que era as bolinhas brancas.

Como funcionava esse método

Celso definiu para todos eles a seguinte regra: Todas as coisas boas que eles fizessem em prol da empresa eles ganharia uma bolinha branca e todas as coisas ruins ganharia uma bolinha preta. A bolinha preta representava uma penalidade e a branca daria a eles em algum momento no futuro, o direito a um prêmio, que ninguém sabia qual era… Rsrsrs, isso mesmo, nem ele sabia o que seria, mas todos sabia que seria alguma coisa muito legal.

O que me impactou ainda mais foi o final da história, Celso me relatou que numas das brincadeiras no ambiente trabalho ocorreu um pequeno acidente, nada demais, mas que precisou levar o rapaz acidentado para o hospital e que na hora que ela ia saindo para ser atendido seu único pedido foi: “por favor fala com o Celso para não me dar bolinha preta”.

Isso me fez pensar sobre o poder da recompensa e claro de algo que hoje está em grande evidência que é a “Gamificação”, pois pelo poder psicológico exercido pela busca da realização, de atingir suas metas, estar a frente de outros participantes, entre outros aspectos, o valor monetário e até mesmo da recompensa física se perdeu na mente de todos eles.

Esse sistema simples demonstrou uma grande eficiência e gerou grandes resultados, pois hoje em dia todos aqueles adolescentes que trabalharam com ele são formados e com uma boa carreira no setor de tecnologia, na sua maioria empresários de sucesso em São Paulo.

O poder da recompensa e do reconhecimento é muito forte e continua funcionando, pois as pessoas não mudam suas estruturas psicológicas, apenas as revestem com uma nova roupagem.

Na BenMelhor somos inspirados por histórias desse tipo e por experiências que temos visto em cada um de nossos clientes.

Colaboradores que decidiram permanecer na empresa por entender que a empresa pensou nele, o reconheceu; Colaboradores que com o acumulo de suas bolinhas brancas conseguiram passar um dia de lazer com sua família, comer uma pizza, conseguiram uma bolsa parcial de estudos para aumentar seu conhecimento e assim sua performance na empresa. Enfim, tornaram-se mais engajados, mais motivados, transformando-se em multiplicadores de uma cultura mais positiva dentro da empresa.

Bom, acredito que você já entendeu a mensagem que eu desejei passar, e também tenho certeza que você sabe que muitos conceitos relacionados aos “Recursos Humanos” mudaram, incluindo o próprio termo “Recursos” onde os colaboradores eram vistos apenas como mais um ativo da empresa. Hoje não só as empresas selecionam seus colaboradores, mas também o inverso é verdadeiro, principalmente em si tratando de um “talento” que muitas vezes são bem raros de encontrar.

Qual visão de sua empresa hoje? Você analista ou gerente de Rh que possivelmente está lendo esse artigo gostaria de ser o agente transformador dessa realidade em sua empresa?

A BenMelhor está disposta a te ajudar nesse processo! Venha conhecer mais de perto como você pode ajudar sua empresa a transformar-se numa marca empregadora de sucesso, assim também como transformar-se no melhor lugar para se trabalhar no Brasil! Grande abraço! Aguardo seu contato.

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